Histórico


Categorias
Todas as mensagens
 Vinhos da Casa
 Novos Drinks
 Tequilas Culturais
 Outras Cachaças


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Cia de Orquestração Cênica
 Cesar Ribeiro (orkut)
 Ademir Assunção
 Adri Antunes
 Afonso H. R. Alves
 Alberto Guzik
 Alfredo Rebello
 Alice Valente
 Aline Almeida
 Ana M
 Ana Peluso
 Ana Ramiro
 Ana Rüsche
 Andréa del Fuego
 Bactéria
 Boteco Escola
 Bruna Beber
 Brunno Almeida
 Caetano Vilela
 Camila Canali Doval
 Carlos Reichenbach
 Cássio Amaral
 Célia Musilli
 Chacal
 Claudia Wonder
 Claudio Daniel
 Clayton Melo
 Cleiton Pereira
 Cléo de Paris
 Cristóvão de Oliveira
 Daniel Galera
 Dani Porto
 Dublês de Poeta
 Dudu Oliva
 Ediney Santana
 Eliane Ratier
 El Manjericón
 Érica Neiva
 Fábio Pinheiro
 Fabrício Carpinejar
 Fátima
 Fernanda D'Umbra
 Ferréz
 Gerald Thomas
 Glenda Yasmin
 Graça Carpes
 Guilherme Solari
 Índigo
 Ivam Cabral
 Jânio Dias
 Jarbas Capusso Filho
 JJLeandro
 Jorge Mendes
 Ju Roberto
 Karen Debértolis
 Kitagawa
 Laqua Parla
 Leandro Zappala
 Leo Lama
 Lindsey Rocha
 Língua Epistolar
 Maicknuclear
 Manoel Carlos Pinheiro
 Manoel Mesquita Jr.
 Mão Branca
 Marcelino Freire
 Marcelo Sahea
 Márcio Américo
 Mário Bortolotto
 Max Reinert
 Micheliny Verunschk
 Mikas
 Milene Spinelli
 Mônica
 Nelson Magalhães Filho
 Paola Fonseca Benevides
 Paulo F
 Paulo Fernando
 Paulo Osrevni
 Pedro Luso de Carvalho
 Pedro Luso de Carvalho II
 Peter Greenaway
 Rasgamortalha
 Ricardo Carlaccio
 Ricardo de Queiroz
 Roberto Romano Taddei
 Robson Corrêa de Araújo
 Rocha
 Rodolfo García Vázquez
 Rodrigo Contrera
 Ruy Filho
 Santiago Nazarian
 Sergio Roveri
 Sergio Salvia Coelho
 Solange Marques
 Taís Luso
 Tarcila Albuquerque
 Thiago Torres
 Tiago Mine
 Tmara
 Úrsula Ferrari
 Vandre Fonseca
 Viktor Koen
 Virna Teixeira
 Wagner Marques
 Xico Sá
 Bar do Escritor
 Blog dos Quadrinhos
 Brasil de Fato
 CineEsquemaNovo
 Escritoras Suicidas
 Guia da Semana
 Jornal de Poesia
 Jornal Granma (Cuba)
 Júlio Ferreira
 Observatório Latino-Americano
 Overmundo
 Revista Agulha
 Revista Bestiário
 Revista Contracampo
 Revista Cronópios
 Revista Germina
 Revista Lasanha
 Revista Tanto
 Revista Zunái
 Telecine Cult
 Tô Cansadinho
 Um corpo que sai
 YouTube


 
 
Boteco do Ribeiro

Tequilas Culturais



A Mancha Roxa, de Plínio Marcos

Esta peça tem uma pá de camaradas que tão atuando na Sinfonia Patética, entre eles a Alexandra da Matta (direção), o Ubiratan Honoratto e o Rafael Menta (assistência de direção) e a Débora Sperl (atriz). Ou seja, tem que ver.

TRAILER DA PEÇA SINFONIA PATÉTICA



Escrito por Cesar Ribeiro às 10h01
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Um naco da Lasanha.4 - Ricardo Carlaccio

Tae um texto do Ricardo Carlaccio (link pro blog do Ricardo e pra Lasanha ao lado) publicado na quarta fornada da Lasanha, revista virtual em que também colaboro.

Vitrola Roubada (Ricardo Carlaccio)

Aqui tem um disco do Grand Funk e é tudo que eu preciso pra continuar no momento. Escrevo cartas pros fantasmas e troco jabs com o inimigo da rua de cima que mata moscas com palitinho pensando ser o Sr. Miagi. Fico outsider e jogo xadrez com Deus na ponta de um iceberg. Existe um longo corredor polonês e é inevitável passar por ele depois de amarrar os sapatos. Às vezes acordo como um rei solitário no tabuleiro. Indigente. Na companhia de uma vitrola roubada e tudo que existe é o grave do contrabaixo e um ringue improvisado no asfalto.

TRAILER DA PEÇA SINFONIA PATÉTICA



Escrito por Cesar Ribeiro às 12h44
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Cia Borelli

Esse é um dos caras mais bacanas da dança brasileira. As apresentações serão nos dias 19 e 20. Programa obrigatório.



Escrito por Cesar Ribeiro às 17h54
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Trailer da Sinfonia Patética

E o camarada Everson Romito colocou outro trailer da Sinfonia Patética na net. Agora tá no YouTube e só tem cenas da apresentação. Ficou bem bacana. É só clicar.



Escrito por Cesar Ribeiro às 08h07
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Vídeo da Sinfonia Patética

Durante nossa temporada no Centro Cultural São Paulo, a galera de lá fez um trailer da peça. Ele mistura cenas da apresentação com alguns trechos de entrevista. Então quem quiser dar uma sacada no trampo antes de aparecer no Satyros, tá aí. E hoje tem peça. Rola às 22h30. Tem uma hora de duração e custa 15 mangos, então não tem desculpa. Aparece lá. E depois da peça a gente fica bebendo na frente dos Satyros. Tiver a fim, é só chegar na roda. O Satyros fica na Praça Roosevelt, 214. Em Sampa. Só reforçando pra aqueles que como eu só vêem o caminhão chegando quando tão debaixo da roda. A peça tá no Satyros. O vídeo é da temporada anterior. Então não marca bobeira indo ao Centro Cultural. Tá falado.

Trailer da peça: SINFONIA PATÉTICA



Escrito por Cesar Ribeiro às 11h29
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



E a Lasanha não pára de crescer

Mais um textinho meu na Lasanha. Esta já é a quarta edição. Tou muito bem acompanhado lá: Ana Peluso, Célia Musilli, Lindsey Rocha, Maicknuclear, Márcio Américo, Diniz, Mão Branca, Juninho 13, Jarbas Capusso Filho, Paulo de Tharso, Cássio Amaral, Daniel Cavana, Marcelo Ariel, Julio Carrara, Marcelo Montenegro, Alessandro Bartel e uma porrada de outros malucos. Boa parte tá linkada aí ao lado. Ou seja, tá foda. Dá uma chega lá. O link tá aí do lado. E abaixo tá o link da minha nova coluna no Guia da Semana.

ARTIGO ATUAL NO GUIA DA SEMANA: Rebanho cego de pastores mudos



Escrito por Cesar Ribeiro às 11h23
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Ponto Curta

A dica veio do camarada Elder Fraga. Vai rolar na segunda, dia 17. É o espaço de curtas do Cinesesc. Puta iniciativa.



Escrito por Cesar Ribeiro às 11h15
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Apartamento 21



Escrito por Cesar Ribeiro às 11h01
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Estréia hoje - Sinfonia Patética no Espaço dos Satyros



Escrito por Cesar Ribeiro às 00h08
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Tranqueira de Cachorro

 



Escrito por Cesar Ribeiro às 21h08
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Sinfonia Patética no Espaço dos Satyros

 

Meus camaradas de manguaça, após temporada no Centro Cultural São Paulo com a III Mostra Cia de Orquestração Cênica, estrearemos no dia 5 de setembro, no Espaço dos Satyros, a Sinfonia Patética. Inspirada na obra Microfísica do Poder, de Michel Foucault, a peça narra a história de um grupo de pessoas aprisionadas em um depósito por um bando de carrascos liderados por um coelho. É um espetáculo sem texto, construído a partir de motes gestuais e verbais. Duração: 60 min. Livre.
R$ 15 (meia para estudantes, classe, aposentados e professores)
Quem tiver a fim de pagar meia e não for de nenhum desses grupos, entra na LISTA CAMARADA. É só mandar um email para cesarribeiroteatro@hotmail.com



Escrito por Cesar Ribeiro às 10h27
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Gerald Thomas e a arte

Luiz Damasceno em Unglauber
 
Este texto foi puxado do blog Antro Particular, de Ruy Filho (link ao lado)
 
WORKSHOP GERALD THOMAS - REFLEXÃO 1 (Ruy Filho)
Por volta de 200 inscrições chegaram para a participação do workshop ministrado por Gerald Thomas, em São Paulo, no SESC Consolação, semanas atrás. A impossibilidade de agregar a todos me fez pensar sobre a importância e profundidade das discussões surgidas dia-a-dia. Portanto, a partir de hoje, blogo um pequeno resumo dos temas abordados por Gerald (em laranja), seguido por uma reflexão minha (em preto). Espero assim, de alguma maneira, levar a todos os que não puderam estar presentes ao menos as inquietações surgidas e tão necessárias.
RUY FILHO
 
DIA 1
SOBRE A FORMAÇÃO DO ARTISTA

Traduzir a formação de um artista por técnicas acadêmicas e compreendê-la como suficiente é comum principalmente entre os mais jovens. É preciso dialogar com o mundo em que se vive. Por que o Oriente Médio é hoje o epicentro do mundo? Quais são as causas de guerras como Coréia, Vietnã, Kosovo, Afeganistão, Iraque...? Quem eram os principais nomes da Guerra Fria? Como se posicionou a ONU nas últimas décadas? O que ocorre com a Esquerda que chegara ao poder na América Latina? O artista é aquele que dialoga com a história e com o agora, e nesse encontro se firma como pensador político, como filósofo reflexivamente inquieto e incrédulo das verdades absolutas.
(a partir de reflexões de GT)


Freqüentemente palestro e discuto sobre a Política como algo maior há ser entendido, principalmente pelos artistas. Foi assim para uma platéia curiosa na UFSCAR, ano passado, formada por estudantes de matemática, física, química, direito e, perdidos lá no meio, um ou outro de humanas e artes.

Sem me alongar em devaneios, é preciso compreender a Política em seus aspectos Biopolíticos, quando a economia, o social, a política e a cultura não se distinguem ou fragmentam em ciências estanques.

Segundo Michel Foucault todas as tomadas de decisão são sempre circunstanciais, exigindo, assim, a compreensão dos fatos por seus aspectos biopolíticos e não meramente unidirecionados por um ou outro contexto. E é nessa relação de sobrevivência, quando a circunstância se define frente às situações extremas, que a Política surge em toda sua potencialidade.

Para Slavo Zizek, o posicionamento político determina exceções e precedentes de conduta. No entanto, o resíduo constante transparece a impossibilidade de sistematização de um comportamento e faz com que o reconhecível seja, no fim, o próprio sujeito, ou para usar as palavras de Giorgio Agamben, “a vida nua”.

Não é à toa o nomear de 'Obra Engajada' quando se busca definir uma ação artística cujo conceito parta de preceitos ideológicos. A problemática situa-se exatamente no próprio engajamento, pois a definição de uma doutrina política determina ao trabalho discursos voltados ao preenchimento de uma proposta fechada em si mesma, sem permissão ao público de descobertas próprias, apenas a concordância ou não com os valores defendidos.

Entender biopoliticamente a função do artista é abstrair-lhe os discursos ideológicos. Gerar no âmbito criativo mecanismos que flertem com a substância residual. Do contrário estaremos mais voltados a criações partidárias do que políticas em si.

É preciso ir além. E a maneira mais livremente dialética de discursar ao público se dá na permissão circunstancial da leitura de um trabalho.

A estética de uma obra contém em si mesma o discurso qual se quer tratar. Não é preciso figurá-lo. O não reconhecimento de um desenho, a dúvida sobre uma determinada cor, a fuga de padrões de composição, são exemplos de como uma obra pode abordar a cognição do receptor e obrigá-lo a estabelecer confrontos e escolhas com suas próprias imagens. E entendendo que o não-reconhecimento discursivo, advindo da escolha confrontada, leva a paradigmas de leituras e auto-avaliações, conduzindo o sujeito a situações extremas de como se localizar sobre os aspectos apresentados, a estética surge como eficaz instrumento biopolítico sobre o homem.

A história, os fatos, o passado e o presente são fundamentais para a formação do artista, sim, pois equalizam o tempo com a responsabilidade sobre a compreensão e previsão do futuro. Mas é preciso entender que não basta o representar dos fatos em suas características históricas para que seja constituído um mecanismo de ativação dos valores político em si. É preciso oferecer ao espectador a capacidade de criação de seus próprios argumentos. De outro modo estaremos apenas contando estórias ou fabricando modelos de padronização de pensamentos. Ainda que na melhor da intenções.


Escrito por Cesar Ribeiro às 12h06
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]